para acordar (...) e enfrentar o mundo. para perder medos e aceitar o destino. para estender no mundo, sob o sol dos olhares, uma poesia musical. para prever um passado enxaguado em lágrimas. para verter confissões intimistas. para devolver ao piano o seu lado selvagem.
para ir sendo.
(...)
Ondjaki, usar os olhos de catarina
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